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Arquivo da categoria: Fotografia

Lojas de camping na África do Sul

A África do Sul é um verdadeiro paraíso para acampar, com diversos campsites, locais para safári, trilhas e rotas maravilhosas tornam os Sul-africanos experts em camping.

Em quase todos os shoppings tem lojas especializadas com milhares de ítens de deixa qualquer um alucinado.

Um detalhe é que os sites na África do Sul em geral não tem muitos produtos, então da a impressão de que a loja é ruim, mas não é não.

Vou mostrar algumas das minhas favoritas:

DueSouth, uma loja multimarca e com marca própria, muita diversidade e marcar de ótima qualidade, uma das minhas favoritas.

dsc00374.jpghttp://www.duesouth.co.za

Cape Union, bem parecida, mas tem crescido mais, com lojas maiores.

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https://www.capeunionmart.co.za

Outdoor Warehouse, com menos lojas, mas sempre grandes tem uma infinidade de produtos, mesclando qualidade inferior e ótima. também tem coisas para equipar o seu carro ou trailer que não encontrará em outras lojas.DSC01295.jpgDSC01294.jpgDSC01285.jpgDSC01293.jpg

https://www.outdoorwarehouse.co.za

Sportsmans Warehouse, uma loja de materiais esportivos gigante, tipo uma Decathlon.

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https://www.sportsmanswarehouse.co.za

Trappers, está tem poucas unidades, mas é bem legal também.

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https://www.trappers.co.za

No Fourways Crossing em Johannesburg tem a maioria delas, exceto a DueSouth.DSC01316.jpg

http://www.fourwayscrossing.co.za

E seguem algumas fotos do que usei e comemos na minha última viagem para Botswana.

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Um Universo chamado Namíbia!

Escrito por Adriana Bittar para a revista The Traveller. Fotos Alexandre Suplicy

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Conheça esse País incrível, do sudoeste da África. Paisagens de tirar o fôlego, cores exuberantes e misteriosas culturas. Acredite: você se apaixonar.

Fizemos esta viagem em Março de 2014.

Um só lugar e muitos cenários. Savana, deserto, dunas avermelhadas e o litoral banhado pelo oceano atlântico… um país de texturas vibrantes e cenário exótico de norte a sul.

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Dizem que este é o lugar perfeito para os “iniciantes” em africa, já que o país é um dos mais seguros do continente, boa parte da população fala inglês e as estradas são ótimas, até mesmo as de terra!

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E é exatamente quando você põe o pé na estrada que começa a se convencer de que escolheu um destino realmente especial. Já havíamos viajado por boa parte do continente quando decidimos finalmente conhecer a república da Namíbia, que faz fronteira com Angola, Zambia, Botswana e Africa do Sul.

Saímos de São Paulo com destino a Joanesburgo. De lá pegamos um vôo para  windhoek.  A capital e maior cidade do país exibe orgulhosa suas raizes alemãs, seja na arquitetura, na culinária ou na organização e infra-estrutura.

Locamos uma Toyota Hilux preparada para safári, ela vem com tanque duplo (1.100km de autonomia), barraca no teto, geladeira 12v., duas baterias, todos equipamentos de cozinha, sleeping bag, colchão e em caso de algum problema eles trocam o carro na hora.

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Teríamos doze dias para desbravar aquele universo à parte.

Nosso primeiro destino: o deserto de sossusvlei, o mais antigo do mundo e a atração mais espetacular da namíbia.

Para isso ficamos no Sossus Oasis Camp Site, muito bom e lá o céu é inacreditável, esse camping é bom pois fica bem proxímo ao deserto, então da para acordar cedo e ser um dos primeiros a chegar.

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É como se no meio do caminho você se deparasse com uma pintura de um grande artista.

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A imensidão do deserto é arrebatadora. Cores e contrastes que tornam a caminhada pelas dunas um convite irrecusável, apesar do calor.

Por isso é bom chegar cedo para driblar o sol forte e o clima árido de sossusvlei. Ah… e não se esqueça de levar uma garrafa d’água das grandes. Você irá precisar!

Há opções de dunas para todos os níveis de disposição! As mais “suaves” são a duna 45 e a big mamma. Nós fomos direto para a mais desafiadora, a big daddy. Ela é famosa por estar entre as mais altas do mundo, com 350 metros. Mas o que tira o fôlego de verdade é a vista privilegiada que se tem ao chegar ao topo. Saber que você deixou suas pegadas naquela areia fofa e vermelha do deserto é uma sensação única.

Outra atração imperdível de sossusvlei e que rende grandes fotos é o deadvlei. A tradução do nome assusta: vale da morte. Mas não se deixe enganar. Esse lugar já foi um oásis. Com a mudança climática a paisagem mudou completamente. Restaram o solo seco e os esqueletos de acácias. Os galhos pretos, queimados pelo sol, dão um toque surreal ao cenário.

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Do deserto seguimos para a costa. São menos de quatrocentos quilômetros de distância, mas  parece que chegamos em outro país. Walvis bay, ou baía das baleias, é o destino mais procurado na faixa litorânea e uma cidade portuária importante para a Namíbia.

Do outro lado da baía, o farol de 35 metros de altura chama a atenção. Batizado de ponto dos pelicanos, ele foi construído na década de 30 e recentemente ganhou um vizinho nobre, o lodge de luxo com o mesmo nome.

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Walvis bay me encantou logo de cara. É que os pelicanos “passeiam” à vontade pela orla. No centrinho de lojas, e restaurantes eles  ficam bem no meio dos turistas. Nem se importam com o vem e vai dos seres humanos. Chegar perto dessas aves enormes e desengonçadas é irresistível.

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De lá saem barcos para observar baleias, golfinhos e flamingos. Fizemos um desses tours e nos divertimos muito. Os pelicanos pousam no barco de repente e, sem cerimônias, fazem graça com os turistas. Mas as grandes estrelas do passeio são as focas que saem de dentro do mar e pulam no barco. Elas parecem ter intimidade com os tripulantes. E em troca de um peixe até posam pra foto. Meu marido acabou ficando cara a cara com uma delas.

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Caso você não tenha tanta sorte, não tem problema. Pertinho dali, em Cabo Cruz, fica um santuário de focas, o Cape Cross Seal Reserve, uma área protegida.

A visão é impressionante. Parece um mar de focas. Mais de cem mil delas. A colônia cresceu assim graças à concentração de peixes trazida pela corrente marítima da região. E vale a dica: leve um lenço ou bandana para cobrir o nariz porque focas não são os seres mais perfumados do planeta.

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Saímos de Cape Cross em direção ao noroeste do país, no caminho ficamos em um camping maravilhoso, o Mowani Mountain Camp, cada carro fica bem distante do outro em um espaço onde tem um banheiro completo encrustado no meio das pedras.

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De lá fomos para Epupa Falls, na fronteira com Angola, um lugar mágico, onde a Natureza te abraça…

Ficamos em um camping na margem do rio, onde era possível ver o véu de água que ela levantava.

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E na Namíbia a paisagem natural não é a única coisa que chama a atenção. A cultura Himba é fascinante. Essa tribo semi-nômade vive entre Namíbia e Angola. Eles são um povo exótico e intrigante.

Movidos pela curiosidade pedimos a um guia que nos levasse a uma tribo Himba. Depois de alguma negociação, conseguimos entrar e conhecer um pouco mais sobre eles.

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O guia nos explicou que as mulheres da tribo tem essa cor avermelhada porque usam uma mistura de manteiga, gordura e ocre no corpo e nos cabelos. Essa pasta é chamada “otjize” e é aplicada em praticamente todo o corpo, até nas tranças. Apenas as pontas dos cabelos ficam soltas. A técnica dos himba serve como protetor solar e repelente naturais.

Para eles a cor vermelha representa a vida, já que remete à terra e ao sangue. Uma simbologia respeitada até os dias de hoje.

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O guia nos ajudou na comunicação. Uma das mulheres queria saber sobre o meu colar, artesanato himba que eu havia comprado na estrada.

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Um fato super curioso é que, segundo a tradição, as mulheres Himba são proibidas de tomar banho. Dá pra acreditar? Para se limpar elas defumam ervas e espalham essa fumaça por todas as partes do corpo. Eu fiquei bem pertinho delas e garanto: o “banho” himba funciona!

Foi nessa tribo que tiramos uma das fotos mais famosas de nossas viagens pelo mundo. As crianças ficaram impressionadas com a máquina fotográfica. Meu marido sentou no chão com os pequenos e começou a mostrar as imagens no visor. Eu sempre registro os bastidores e acabei flagrando esse momento único. Olha só a carinha de curiosidade dos meninos Himba.

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Demos adeus à tribo e seguimos para a ultima etapa da nossa aventura: o  Etosha National Park. Hora de encarar os animais selvagens!

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O parque nacional tem cinco mil quilômetros quadrados.  Aqui é possível observar mais de 300 espécies de aves e cerca de 114 espécies de mamíferos, entre eles elefantes, leões, zebras, rinocerontes, impalas, leopardos e guepardos.

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Em um dos safáris que fizemos demos a maior sorte. Um rinoceronte cruzou a estrada e parou na nossa frente. Arrebatados com a surpresa, nós mal respirávamos para não fazer barulho. E ficamos ali, durante pelo menos uma hora admirando esse animal tão imponente e ameaçado de extinção.

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No Etosha ficamos hospedados no Dolomite Camp. Um lodge luxuoso no meio da savana. Sair do quarto? Só com a presença de um funcionário do hotel.

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Depois de tantos dias e experiências incríveis, se despedir da Namíbia chega a apertar o coração. Deixamos esse Universo em forma de País para trás. Mas levamos na mala lindas fotos, memórias inesquecíveis e a certeza de que vale a pena voltar.

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As dicas imperdíveis para fotografar a viagem

Quem não gosta de voltar de viagem com fotografias maravilhosas que ficarão para sempre na memória?

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Neste post que fiz para a Teresa Perez mostro como planejar uma viagem fotográfica.

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A – Planejamento

Numa viagem sempre começo o planejamento 2 meses antes.

São os pontos onde quero fotografar e um checklist.

Para fazer esse planejamento geralmente vou a uma livraria ver diversos guias e livros fotográficos da região que vou visitar, e faço uma busca em sites como o www.500px.com ou no instagram e Pinterest.

Geralmente imprimo um mapa no do Google e vou marcando todos os pontos que acho interessantes e também os relaciono num outro papel colocando qual é o lugar e o endereço. Separar por região é outra dica para facilitar cada dia de caminhada.

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B – Mala

Se possível, viaje apenas com uma mala de bordo e uma mochila.

Não esqueça de levar roupas confortáveis, meias que evitam bolhas e band-aids. Eu sempre levo 2 pares de tenis, pois fazer esse “rodízio” ajuda a evitar machucados. Cuidar dos pés vai fazer toda a diferença.

SpaceBags também ajudam a economizar espaço.

Abuse de tecidos com tecnologia como as capas Gore-Tex à prova d’agua e moletom de Fleece, que são leves e compactos.

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C – Equipamento de viagem

Nas minhas viagens eu procuro sempre estar com um equipamento bem leve.

Se você optar por um equipamento mais pesado, já no segundo dia você pensará em desistir de levar tudo.

Trabalho com uma Sony A7II, uma câmera tipo mirrorless full frame, ela é compacta e tem uma qualidade comparável com as melhores do mercado.

Levo também uma lente 55mm 1.8, uma 70-200mm 4.0 e uma 16-35mm 4.0, com elas eu consigo fazer praticamente todos tipos de retrato.

Outras coisas essenciais são um bom tripé, ele precisa ser firme, leve e ter uma altura de pelo menos 135cm quando aberto, uma mochila para acomodar tudo e uma capa de chuva corta vento.

D – Backup

Um ítem muito importante na viagem é “Backapear” todas suas fotos.

Sempre no final do dia eu passo todas as fotos para um HD com entrada SD, onde eu coloco o cartão da camera e ele já faz um backup. Mesmo assim mantenho as fotos nos cartões SD. Só formato os cartões depois que estão todos no computador em casa.

Quando saio para fotografar ou passear eu levo todos os cartões e deixo o HD no hotel, se perder um deles ainda tenho tudo copiado.

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01. Mochila Lowepro Photo Sport 200 AW

02. Capa de chuva Gore com tecnologia Gore-Tex

03. Saco estanque Sea to Sumit – para proteger a camera da chuva

04. Ipad Pro para checar as fotos em uma tela maior, pesquisar sobre os pontos na internet, dar um tratamento superficial nas fotos para rede social, ele muitas vezes substitui um laptop na viagem.

05. Blower – Para tirar o pó da camera, e quando tem sujeira no sensor ele quase sempre resolve.

06. HyperDrive ColorSpace – É um hd portátil para fazer backup das fotos sem usar um computador. Viajo sempre com a camera na bagagem de mão com os cartões e o HD na mala que despacho, se perder uma tenho tudo na outra.

07. Carregador, baterias e cartões extras

08. iPhone, carregador e canivete, eles sempre te salvam na viagem.

09. Tripé KingJoe, ele é igual ao MeFoto, leve, pequeno e firme.

10. Pilhas, eu costumo levar sempre a Duracell Quantum, ela tem o mesmo tamanho e peso das outras mas dura muito mais.

Se você ficou com outras dúvidas ou quiser enviar a sua história ou sugestões, me escreva alesuplicy@gmail.com

Você também pode acompanhar um pouco do meu trabalho pelo meu site alexandresuplicy.com, Instagram (@alesuplicy) ou Facebook.

Mas o mais importante é se divertir, a fotografia pode te levar para lugares incríveis e render ótimas histórias.

 

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Um incrível safari em Botswana

Agora em maio fiz um incrível selfdrive safari com uma Hilux em Botswana, passando por Kubu Island, Moremi, Okavango Delta, Savuti, Chobe e Nata Reserve.

Depois vou colocar um post detalhando a viagem com diversas dicas.

 

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Vídeo

2 anos morando na África do Sul

Em dezembro de 2012, após 2 anos morando em Joanesburgo retornei para o Brasil.
Foi uma experiência incrível, recomendo muito!
É ótimo para abrir a cabeça, melhorar o inglês, conhecer novas culturas e pensar em novas oportunidades.
Este vídeo é uma retrospectiva desses 2 anos que morei com a minha mulher lá na África do Sul.

Ainda tenho muitas dicas que pretendo postar aqui.
Através deste blog fiz muitas amizades e conheci pessoas maravilhosas.

Aqui varias fotos que fiz por lá: http://instagram.com/alesuplicy

 

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Free ibook shows what people do to survive on the streets of South Africa

Brazilian photographer based in South Africa Alexandre Suplicy shows a different side of  people begging on the streets.

He saw art and a creative way of living where others just see poverty.

After almost two years living in Johannesburg he decided to portrait what he prefer to call street artists.

 

“After living for a year in South Africa I decided to portray not just homeless people, but also ordinary people living in slums (here they call them “Townships”) and people living in roadsides and who survive by asking for money, providing services or selling products for those who go by there every day.

Unemployed?

No, these people use their creativity as a means to survive.

Workers, artists, artisans, struggling?

Humans… “

 

“Jobless?” can be downloaded for free at itunes store.

Jobless_english1 PDF Version

In this book the reader will also learn a bit of the story of each person photographed and a get a feeling of south african urban and rural life.

Alexandre is one of the few brazilians authors/ photographers to release an ibook. He spent six months in this project and the inspiration came after he saw one guy begging on his knees in the middle of a busy road on a cold night.

Alexandre hopes that his photos help to change the image of people that have no other option but to survive on the streets.

 

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Jobless? A Arte de Sobreviver na Rua

Após um ano na África do Sul resolvi retratar não só os moradores de rua, mas também as pessoas simples que vivem em favelas (aqui chamadas de “Townships”) e pessoas que moram em beiras de estradas e sobrevivem pedindo dinheiro, prestando serviços ou vendendo produtos para quem passa por lá.
Pessoas criativas que encontraram nas dificuldades uma forma de sobreviver.

Fiz uma versão do livro com o IBook Author, para IPad e outra em PDF, com menos recursos, mas que pode ser lido em qualquer computador.

Jobless? é gratuito na iBookstore, mas infelizmente não está disponível na loja brasileira (por limitação da própria Apple). Para ser visualizado, é preciso o iBooks 2 rodando em iPads com o iOS 5.0 ou superior.

Clique aqui para baixar a versão em PDF Jobless?

Aqui uma versão com o texto em inglês para IPad.

 

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