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Arquivo da categoria: Photography

10 lugares imperdíveis em Joanesburgo por Adriana Bittar

Eu morei em Joanesburgo dois anos. Tenho um carinho imenso por essa cidade da qual muitos fogem em roteiros turísticos pela África do Sul. E é exatamente por essa impressão errada que as pessoas costumam ter de lá que eu resolvi estrear a seção falando sobre Joburg.

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Eu e meus pais na Mandela Square

É nessa praça que fica a famosa estátua de bronze de Nelson Mandela. A Nelson Mandela Square é conectada a um dos Shoppings mais conhecidos da cidade, o Sandton City, que aliás, eu adooooro! Não dá pra ir a Joanesburgo e não tirar uma foto ao lado da estátua de Madiba, como ele é carinhosamente chamado por lá. Ela é monumental: tem 6 metros de altura. Depois de tirar, ou melhor, tentar enquadrar a estatua pra caber na foto, vale almoçar ou jantar na praça. Tem vários restaurantes incríveis. Meus favoritos: The Butcher e Montego Bay.

Arts On Main é um mercado de comida de rua e design criativo. Um lugar super descolado que funciona num galpão no centro de Joanesburgo. Aliás, o lugar faz parte da revitalização de downtown, que por ser uma área bastante deteriorada não costumava atrair muitos visitantes. Lá você encontra de tudo: roupas de jovens estilistas, enfeites para casa, bijuterias, artesanatos modernos, além de muitas comidinhas deliciosas.
Funciona só aos domingos , das 10h00 às 15h00.

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Essa foto foi durante a Copa de 2010. Estou na área de filhotes do Lion Park

Esse é um dos principais pontos turísticos de Joanesburgo. Todo brasileiro que mora na cidade leva os visitantes para conhecer o Lion Park porque é realmente imperdível. São várias atrações. Você pode fazer um mini-safári com o seu próprio carro ou em grupo, com o veículo do parque. Pode alimentar girafas e interagir com filhotes de leão. Pagando um valor à parte, você pode caminhar ao lado de guepardos e leões. Uma dica: vá na hora do almoço dos “bichanos”, perto do meio-dia. É incrível ver os predadores em ação. Aberto todos os dias das 8h00 às 21h00.

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Museu do Apartheid

Já na entrada uma reflexão. Você vai ter uma ideia do que foi o Apartheid para os sul-africanos. O bilhete comprado indica aleatoriamente se você segue pela entrada de “brancos” ou “não brancos”.  Lá dentro do Museu do Apartheid, 22 painéis contam toda a história do regime racista que persistiu por 42 anos, de 1948 a 1990. Há também objetos e filmes. Imperdível para quem gosta de história e quer entender um pouco mais dessa passagem tão cruel do País. Reserve metade do dia para o passeio, pois há muita coisa pra ver e o lugar é um pouco afastado.

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O Melrose Arch é um complexo que engloba lojas de rua, um pequeno shopping, restaurantes, uma praça super gostosa e alguns hotéis de luxo. Já vou logo avisando que boa parte do comércio dali pode ser encontrada em outros pontos de Joanesburgo. Mas o local é tão charmoso que vale a visita. Bater perna, tomar um café e conhecer um pouco mais da cidade. Por que não?

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A Praça Central do Montecasino que dá acesso aos hotéis. Foto: Alexandre Suplicy

Como o próprio nome diz Montecasino é um cassino de verdade. Eu só me arrisquei até hoje nas maquininhas…  Mas se você não gosta de apostar vai ter muito o que fazer por lá. O complexo lembra uma vila italiana, desde o chão até o teto, pintado como se fosse o céu da Toscana. Há restaurantes de todos os tipos, cinema, teatro, games e claro… lojas. Na área externa acontecem alguns eventos super bacanas e há também bares e restaurantes.

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Um piquenique no Jardim Botânico

Pra quem adora verde e natureza fica a dica do Emmarentia Park and Botanical Gardens. São 7 jardins diferentes, entre eles o de Ervas, de Suculentas, de Rosas e o Jardim de Shakespeare. Alguns só podem ser visitados com horário agendado. Você pode alimentar os gansos e fazer caminhada. Mas o melhor programa, pra mim, é ir ao Jardim Botânico para  um piquenique, costume bem típico dos sul-africanos. Outro detalhe que amo é o horário de funcionamento: do nascer ao pôr-do-sol.

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Escolhendo uma máscara africana

O melhor lugar pra comprar artesanato, lembrancinhas, enfeites e exercitar a arte de pechinchar!!!! Pechinchar muito… E não se preocupe, pois os vendedores adoram negociar. Se você se fizer de difícil então… Vai sair da Feirinha de Artesanato de Rosebank com ótimas aquisições. Aliás, é impossível ir embora sem ao menos comprar um animal entalhado na madeira ou um colar. Leve dinheiro trocado. É mais fácil ganhar desconto.

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No Museu do Cradle of Humankind. Foto: Alexandre Suplicy

A área de 47 mil hectares é impactante não pelo tamanho e sim por sua importância na história. O lugar foi declarado Patrimônio Histórico pela UNESCO, em 1999. O Cradle of Humankind ou O Berço da Humanidade engloba um complexo de cavernas e um Museu. Foi na caverna de Sterkfontein que o fóssil da “sra. Ples”, de 2.3 milhões de anos foi encontrado, na década de 40. Lá também já foram encontrados mais de 1500 fósseis de hominídeos, os nossos ancestrais. O Museu tem uma exposição de fósseis originais e réplicas dos hominídeos. O lugar é simplesmente incrível e leva você a uma viagem sensorial pelo tempo. Vale a pena fazer todos os passeios: os locais de escavação, as cavernas e o Museu. Vá com sapatos confortáveis e leve um casaco para aguentar o friozinho da caverna.

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Orlando Towers. Foto: Alexandre Suplicy

Muita gente me pergunta se vale a pena conhecer o Soweto, por ser uma favela e a gente aqui no Brasil já estar bem familiarizado com elas. A minha resposta é sempre: Sim. Sim. Sim. Vale muito a pena! Primeiro porque o Soweto não tem nada a ver com o que a gente já conhece. Segundo porque ele é parte importante da história e da cultura de um País. Terceiro porque o Soweto é  hype, moderno, descolado e seguro! Você com certeza vai se surpreender e se divertir. Há museus, como o Mandela House, onde Nelson Mandela viveu por 16 anos e, na mesma rua a casa do arcebispo Desmond Tutu. Aliás, a Vilakazi Street é a única rua do mundo onde já viveram dois ganhadores do Prêmio Nobel da Paz. É possível experimentar comidas típicas, saltar de Bungee Jump na colorida Orlando Towers ou ainda assistir a uma partida de futebol entre Kaizer Chiefs e Orlando Pirates, o clássico local.

 

 

 

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Um incrível safari em Botswana

Agora em maio fiz um incrível selfdrive safari com uma Hilux em Botswana, passando por Kubu Island, Moremi, Okavango Delta, Savuti, Chobe e Nata Reserve.

Depois vou colocar um post detalhando a viagem com diversas dicas.

 

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2 anos morando na África do Sul

Em dezembro de 2012, após 2 anos morando em Joanesburgo retornei para o Brasil.
Foi uma experiência incrível, recomendo muito!
É ótimo para abrir a cabeça, melhorar o inglês, conhecer novas culturas e pensar em novas oportunidades.
Este vídeo é uma retrospectiva desses 2 anos que morei com a minha mulher lá na África do Sul.

Ainda tenho muitas dicas que pretendo postar aqui.
Através deste blog fiz muitas amizades e conheci pessoas maravilhosas.

Aqui varias fotos que fiz por lá: http://instagram.com/alesuplicy

 

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Free ibook shows what people do to survive on the streets of South Africa

Brazilian photographer based in South Africa Alexandre Suplicy shows a different side of  people begging on the streets.

He saw art and a creative way of living where others just see poverty.

After almost two years living in Johannesburg he decided to portrait what he prefer to call street artists.

 

“After living for a year in South Africa I decided to portray not just homeless people, but also ordinary people living in slums (here they call them “Townships”) and people living in roadsides and who survive by asking for money, providing services or selling products for those who go by there every day.

Unemployed?

No, these people use their creativity as a means to survive.

Workers, artists, artisans, struggling?

Humans… “

 

“Jobless?” can be downloaded for free at itunes store.

Jobless_english1 PDF Version

In this book the reader will also learn a bit of the story of each person photographed and a get a feeling of south african urban and rural life.

Alexandre is one of the few brazilians authors/ photographers to release an ibook. He spent six months in this project and the inspiration came after he saw one guy begging on his knees in the middle of a busy road on a cold night.

Alexandre hopes that his photos help to change the image of people that have no other option but to survive on the streets.

 

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Presevar os animais e a natureza da África através da arte

Em agosto viajamos para Botswana, uma viagem incrível!

Pretendo fazer 3 posts sobre este país maravilhoso.

Este primeiro é sobre um dos projetos que a minha prima Janaina Matarazzo desenvolve por lá há 4 anos.

NATURE INSPIRES LIFE – Traduzindo, “A natureza inspira a vida”

Desde que se mudou para Botswana, em 2008, Janaina tem sido inspirada pela beleza da natureza e da urgente necessidade de conservação da vida selvagem. Por isso, ela criou a “Nature inspires Life”, um conceito que mistura fotografia, design e arte para levar essa mesma inspiração para outras pessoas e alertar o mundo sobre a importância da sustentabilidade.

O projeto de arte, por exemplo, insere a população local e os indígenas de Botswana na indústria do turismo. Além de aprenderem uma nova atividade eles percebem que não é preciso interferir na vida selvagem para se sustentar.

No dia que fomos lá eles estavam fazendo trabalhos de PAPER MACHE e uma pulseira linda!

 

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Jobless? A Arte de Sobreviver na Rua

Após um ano na África do Sul resolvi retratar não só os moradores de rua, mas também as pessoas simples que vivem em favelas (aqui chamadas de “Townships”) e pessoas que moram em beiras de estradas e sobrevivem pedindo dinheiro, prestando serviços ou vendendo produtos para quem passa por lá.
Pessoas criativas que encontraram nas dificuldades uma forma de sobreviver.

Fiz uma versão do livro com o IBook Author, para IPad e outra em PDF, com menos recursos, mas que pode ser lido em qualquer computador.

Jobless? é gratuito na iBookstore, mas infelizmente não está disponível na loja brasileira (por limitação da própria Apple). Para ser visualizado, é preciso o iBooks 2 rodando em iPads com o iOS 5.0 ou superior.

Clique aqui para baixar a versão em PDF Jobless?

Aqui uma versão com o texto em inglês para IPad.

 

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Tugela Falls – Segunda cachoeira mais alta do mundo

Quarta-feira fui de moto para Tugela Falls, a segunda mais alta cachoeira do mundo.

Ela só perde para Angel Falls na Venezuela, e por poucos metros, ela tem 948 m contra 979 m da Venezuela.

Fica em KwaZulu-Natal na cordilheira de Drakensberg na fronteira com o Lesotho.

É um lugar maravilhoso, as montanhas cobertas de neve não lembram em nada a África do Sul.

Ela é muito pouco divulgada, mas agora está sobre nova direção que promete equipar melhor o lugar.

São 360km de Johannesburg, numa rota maravilhosa.

Para entrar no parque, você paga por volta de R$ 10,00 e lá você tem 3 opções, passar o dia, dormir no lodge ou dormir na base que tem no início da trilha, lá é apenas um quarto com cerca de 5 beliches e um banheiro, não tem luz elétrica e é congelante, como não fui preparado com sleeping bag e cobertor optei pelo lodge, custa cerca de R$ 100,00 por noite com café da manhã.

A caminhada tem cerca de 14 km para ir e mais 14 km para voltar, é íngreme e  bem esburacada.

Como fui sozinho e cheguei por volta das 14h, achei melhor não fazer a trilha completa neste dia, andei por volta de 16 km no total.

Para minha surpresa, no meio do caminho encontrei uma equipe de televisão fazendo um documentário e o apresentador é o Charley Boorman, um louco que já tinha que eu já havia visto no documentário Long Way Down, no qual ele vai da Escócia até a Africa do Sul de moto com o ator Ewan McGregor.

Comprei o DVD deste documentário antes da minha viagem pela Garden Route.

Este novo documentário se chama Extreme Frontiers – South Africa.

Ele e sua equipe foram muito simpáticos, eles foram equipados para passar a noite na cachoeira, uma loucura, nesta noite a temperatura chegou há -3 graus.

No dia seguinte peguei a trilha bem cedo, e após 16 km caminhando, me deparei com uma escada muito longa e perigosa na subida final.

Como estava sozinho, achei prudente não continuar, mas por sorte escutei a equipe que estava retornando, eles falaram para eu não prosseguir, pois era muito perigoso e a vista era pouco diferente de onde eu estava.

Então retornei com eles, o passeio é maravilhoso, vale muito a pena, mesmo que seja apenas para fazer os primeiros metros da trilha.

Espero retornar lá com mais companhia, para alcançar o cume.

Alguém interessado?

 

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