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Arquivo da tag: Travel

As dicas imperdíveis para fotografar a viagem

Quem não gosta de voltar de viagem com fotografias maravilhosas que ficarão para sempre na memória?

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Neste post que fiz para a Teresa Perez mostro como planejar uma viagem fotográfica.

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A – Planejamento

Numa viagem sempre começo o planejamento 2 meses antes.

São os pontos onde quero fotografar e um checklist.

Para fazer esse planejamento geralmente vou a uma livraria ver diversos guias e livros fotográficos da região que vou visitar, e faço uma busca em sites como o www.500px.com ou no instagram e Pinterest.

Geralmente imprimo um mapa no do Google e vou marcando todos os pontos que acho interessantes e também os relaciono num outro papel colocando qual é o lugar e o endereço. Separar por região é outra dica para facilitar cada dia de caminhada.

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B – Mala

Se possível, viaje apenas com uma mala de bordo e uma mochila.

Não esqueça de levar roupas confortáveis, meias que evitam bolhas e band-aids. Eu sempre levo 2 pares de tenis, pois fazer esse “rodízio” ajuda a evitar machucados. Cuidar dos pés vai fazer toda a diferença.

SpaceBags também ajudam a economizar espaço.

Abuse de tecidos com tecnologia como as capas Gore-Tex à prova d’agua e moletom de Fleece, que são leves e compactos.

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C – Equipamento de viagem

Nas minhas viagens eu procuro sempre estar com um equipamento bem leve.

Se você optar por um equipamento mais pesado, já no segundo dia você pensará em desistir de levar tudo.

Trabalho com uma Sony A7II, uma câmera tipo mirrorless full frame, ela é compacta e tem uma qualidade comparável com as melhores do mercado.

Levo também uma lente 55mm 1.8, uma 70-200mm 4.0 e uma 16-35mm 4.0, com elas eu consigo fazer praticamente todos tipos de retrato.

Outras coisas essenciais são um bom tripé, ele precisa ser firme, leve e ter uma altura de pelo menos 135cm quando aberto, uma mochila para acomodar tudo e uma capa de chuva corta vento.

D – Backup

Um ítem muito importante na viagem é “Backapear” todas suas fotos.

Sempre no final do dia eu passo todas as fotos para um HD com entrada SD, onde eu coloco o cartão da camera e ele já faz um backup. Mesmo assim mantenho as fotos nos cartões SD. Só formato os cartões depois que estão todos no computador em casa.

Quando saio para fotografar ou passear eu levo todos os cartões e deixo o HD no hotel, se perder um deles ainda tenho tudo copiado.

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01. Mochila Lowepro Photo Sport 200 AW

02. Capa de chuva Gore com tecnologia Gore-Tex

03. Saco estanque Sea to Sumit – para proteger a camera da chuva

04. Ipad Pro para checar as fotos em uma tela maior, pesquisar sobre os pontos na internet, dar um tratamento superficial nas fotos para rede social, ele muitas vezes substitui um laptop na viagem.

05. Blower – Para tirar o pó da camera, e quando tem sujeira no sensor ele quase sempre resolve.

06. HyperDrive ColorSpace – É um hd portátil para fazer backup das fotos sem usar um computador. Viajo sempre com a camera na bagagem de mão com os cartões e o HD na mala que despacho, se perder uma tenho tudo na outra.

07. Carregador, baterias e cartões extras

08. iPhone, carregador e canivete, eles sempre te salvam na viagem.

09. Tripé KingJoe, ele é igual ao MeFoto, leve, pequeno e firme.

10. Pilhas, eu costumo levar sempre a Duracell Quantum, ela tem o mesmo tamanho e peso das outras mas dura muito mais.

Se você ficou com outras dúvidas ou quiser enviar a sua história ou sugestões, me escreva alesuplicy@gmail.com

Você também pode acompanhar um pouco do meu trabalho pelo meu site alexandresuplicy.com, Instagram (@alesuplicy) ou Facebook.

Mas o mais importante é se divertir, a fotografia pode te levar para lugares incríveis e render ótimas histórias.

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Um incrível safari em Botswana

Agora em maio fiz um incrível selfdrive safari com uma Hilux em Botswana, passando por Kubu Island, Moremi, Okavango Delta, Savuti, Chobe e Nata Reserve.

Depois vou colocar um post detalhando a viagem com diversas dicas.

 

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Jobless? A Arte de Sobreviver na Rua

Após um ano na África do Sul resolvi retratar não só os moradores de rua, mas também as pessoas simples que vivem em favelas (aqui chamadas de “Townships”) e pessoas que moram em beiras de estradas e sobrevivem pedindo dinheiro, prestando serviços ou vendendo produtos para quem passa por lá.
Pessoas criativas que encontraram nas dificuldades uma forma de sobreviver.

Fiz uma versão do livro com o IBook Author, para IPad e outra em PDF, com menos recursos, mas que pode ser lido em qualquer computador.

Jobless? é gratuito na iBookstore, mas infelizmente não está disponível na loja brasileira (por limitação da própria Apple). Para ser visualizado, é preciso o iBooks 2 rodando em iPads com o iOS 5.0 ou superior.

Clique aqui para baixar a versão em PDF Jobless?

Aqui uma versão com o texto em inglês para IPad.

 

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Tugela Falls – Segunda cachoeira mais alta do mundo

Quarta-feira fui de moto para Tugela Falls, a segunda mais alta cachoeira do mundo.

Ela só perde para Angel Falls na Venezuela, e por poucos metros, ela tem 948 m contra 979 m da Venezuela.

Fica em KwaZulu-Natal na cordilheira de Drakensberg na fronteira com o Lesotho.

É um lugar maravilhoso, as montanhas cobertas de neve não lembram em nada a África do Sul.

Ela é muito pouco divulgada, mas agora está sobre nova direção que promete equipar melhor o lugar.

São 360km de Johannesburg, numa rota maravilhosa.

Para entrar no parque, você paga por volta de R$ 10,00 e lá você tem 3 opções, passar o dia, dormir no lodge ou dormir na base que tem no início da trilha, lá é apenas um quarto com cerca de 5 beliches e um banheiro, não tem luz elétrica e é congelante, como não fui preparado com sleeping bag e cobertor optei pelo lodge, custa cerca de R$ 100,00 por noite com café da manhã.

A caminhada tem cerca de 14 km para ir e mais 14 km para voltar, é íngreme e  bem esburacada.

Como fui sozinho e cheguei por volta das 14h, achei melhor não fazer a trilha completa neste dia, andei por volta de 16 km no total.

Para minha surpresa, no meio do caminho encontrei uma equipe de televisão fazendo um documentário e o apresentador é o Charley Boorman, um louco que já tinha que eu já havia visto no documentário Long Way Down, no qual ele vai da Escócia até a Africa do Sul de moto com o ator Ewan McGregor.

Comprei o DVD deste documentário antes da minha viagem pela Garden Route.

Este novo documentário se chama Extreme Frontiers – South Africa.

Ele e sua equipe foram muito simpáticos, eles foram equipados para passar a noite na cachoeira, uma loucura, nesta noite a temperatura chegou há -3 graus.

No dia seguinte peguei a trilha bem cedo, e após 16 km caminhando, me deparei com uma escada muito longa e perigosa na subida final.

Como estava sozinho, achei prudente não continuar, mas por sorte escutei a equipe que estava retornando, eles falaram para eu não prosseguir, pois era muito perigoso e a vista era pouco diferente de onde eu estava.

Então retornei com eles, o passeio é maravilhoso, vale muito a pena, mesmo que seja apenas para fazer os primeiros metros da trilha.

Espero retornar lá com mais companhia, para alcançar o cume.

Alguém interessado?

 

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UM CASAL, UMA MOTO, POUCA BAGAGEM E MUITAS RECORDAÇÕES

VIAJAR DE MOTO NA ÁFRICA DO SUL ERA UM SONHO DE INFÂNCIA.

EU E A ADRIANA, MINHA MULHER, COMEÇAMOS PELO PLANEJAMENTO DA NOSSA AVENTURA. A FLAP TUR NOS AJUDOU A ORGANIZAR O ROTEIRO E A LOCALIZAR UMA EMPRESA QUE LOCA MOTOCICLETAS.

OPTAMOS POR UMA BMW R1200 GS, POR SER MAIS CONFORTÁVEL PARA QUEM VAI NA GARUPA E TAMBÉM POR ACOMODAR TRÊS BAÚS PARA AS BAGAGENS. MESMO ASSIM NÃO PUDEMOS EXAGERAR NA QUANTIDADE DE ROUPAS E ACESSÓRIOS. MAS TUDO BEM PORQUE A PROPOSTA DA VIAGEM ERA MESMO POUCA FRESCURA E MUITA EMOÇÃO.

SAÍMOS DA CIDADE DO CABO COM DESTINO A GARDEN ROUTE, UM DOS DESTINOS MAIS FAMOSOS DA ÁFRICA DO SUL.

NOSSA PRIMEIRA PARADA FOI EM CAMPS BAY, UMA PRAIA SUPER TRANSADA AO SUL DA CIDADE DO CABO. SÃO DIVERSOS RESTAURANTES BADALADOS E MUITA GENTE BONITA.

SEGUIMOS PARA O CABO DA BOA ESPERANÇA. FOI EMOCIONANTE ESTAR EM LUGAR QUE ESTUDAMOS NAS AULAS DE HISTÓRIA, NA ÉPOCA DO COLÉGIO.

O CAPE OF GOOD HOPE ERA A ROTA PARA O ORIENTE.

VENTA MUITO E É PRECISO TER PIQUE PARA SUBIR ATÉ O FAROL. MAS O ESFORÇO VALE A PENA.

NA SAÍDA FOMOS SURPREENDIDOS POR UMA FAMÍLIA INTEIRA DE BABUÍNOS BEM NO MEIO DA ESTRADA. APROVEITAMOS PARA TIRAR MUITAS FOTOS.

MAS ESTÁVAMOS MESMO ANSIOSOS PARA CHEGAR EM CABO DAS AGULHAS.

FORAM MAIS 300 QUILÓMETROS DE ESTRADA.

ESTE É O PONTO MAIS AO SUL DO CONTINENTE AFRICANO. É AQUI TAMBÉM QUE OS OCEANOS ÍNDICO E ATLÂNTICO SE ENCONTRAM. NÃO DEIXE DE TIRAR UMA FOTO NO LOCAL.

A CIDADE DE CAPE AGULHAS É PEQUENA PORÉM MUITO ACOLHEDORA E COM RESTAURANTES DELICIOSOS. FICAMOS NUMA POUSADA MUITO GOSTOSA E NOSSO QUARTO TINHA VISTA PARA O FAROL DE AGULHAS. FOI INESQUECÍVEL.

NO DIA SEGUINTE FOMOS, LOGO CEDO, CONFERIR DE PERTO O FAROL. É UM PROGRAMA IMPERDÍVEL. E PODE NÃO PARECER, MAS PARA SUBIR ATÉ A LANTERNA É PRECISO TER CORAGEM! O VENTO É TÃO FORTE QUE É ATÉ DIFÍCIL FICAR EM PÉ!

A GARDEN ROUTE SE ESTENDE ATÉ O STORMS RIVER, PRÓXIMO A JEFFREY’S BAY, MAS INFELIZMENTE NOSSO TEMPO ERA CURTO, ENTÃO RESOLVEMOS VOLTAR PELO INTERIOR.

PASSAMOS UMA NOITE EM MONTAGU. E A POUSADA ESCOLHIDA PELA FLAP TUR FOI UM ACHADO. UM CENÁRIO CAMPESTRE EM PLENA CIDADE. GALINHAS D’ANGOLA, CAVALOS, CÃES E GATOS SÃO OS ANFITRIÕES PERFEITOS PARA QUEM CURTE O CONTATO COM A NATUREZA.

MONTAGU FICA NA ROTA 62, MAIS CONHECIDA COMO A ROTA DOS VINHOS.

AS ESTRADAS SÃO UM TAPETE. MUITO BEM CONSERVADAS E SEGURAS. A CADA CURVA UMA PAISAGEM DE TIRAR O FÔLEGO.

EM CADA PARADA ENCONTRÁVAMOS TURISTAS DO MUNDO TODO. GENTE DE TODAS AS IDADES. E MUITOS EM DUAS RODAS, COMO A GENTE.

FRANSCHHOEK É UMA PARADA OBRIGATÓRIA. PROVAVELMENTE A CIDADE MAIS CHARMOSA DO ROTEIRO. VINÍCOLAS, RESTAURANTES PREMIADOS E LOJINHAS DE ARTESANATO SÃO UM CONVITE À UMA EXPERIÊNCIA CULTURAL E GASTRONÓMICA.

OUTRA OPÇÃO PARA OS AMANTES DOS BONS VINHOS É STELLENBOSCH, UMA PEQUENA CIDADE UNIVERSITÁRIA. AS CONSTRUÇÕES DA ÉPOCA DA COLONIZAÇÃO INGLESA NOS LEVAM POR UMA VIAGEM AO PASSADO.

MAS OPTAMOS POR FAZER A DEGUSTAÇÃO DE VINHOS EM CONSTANTIA. É LÁ QUE FICA A VINÍCOLA MAIS ANTIGA DA REGIÃO. EM GROOT CONSTANTIA ERA PRODUZIDO O VINHO PREFERIDO DE NAPOLEÃO BONAPARTE. O VIN DE CONSTANCE, UM VINHO DE SOBREMESA QUE EXISTE ATÉ HOJE E É UM DOS GRANDES SUCESSOS DA VINÍCOLA.

VIR ATÉ A ÁFRICA DO SUL E NÃO FAZER UM WINE TASTING É IMPERDOÁVEL. A MAIORIA É DE GRAÇA OU POR UM PREÇO SIMBÓLICO. É INTERESSANTE CONHECER MAIS DE UMA FAZENDA DE UVAS PORQUE ATUALMENTE CADA UMA USA UM PROCESSO DIFERENTE PARA A PRODUÇÃO DOS CONCEITUADOS VINHOS SUL-AFRICANOS. ALGUMAS SÃO TOTALMENTE MECANIZADAS E OUTRAS AINDA FAZEM TUDO À MODA ANTIGA.

FORAM QUATRO DIAS, 850 QUILÓMETROS E CENTENAS DE FOTOS. UM SONHO REALIZADO E UMA VIAGEM QUE EU RECOMENDO!

Aqui está o contato das pousadas e da empresa que loca as motos, eles tem escritório em Cape Town e Johannesburg.

BMW – Motorrad Executive Rentals

http://www.motorradrentals.com/

Office : +27 11 826 2522

After Hours: +27 83 2277 140

info@motorradrentals.com

 

Pousada em Montagu

Aasvoelkrans B&B

http://www.aasvoelkrans.co.za

 

Pousada em Cape Agulhas

Villa@Cape Agulhas

http://www.villacapeagulhas.co.za/

 

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1.200km numa BMW em 2 dias

Esta semana realizei um sonho de infância, fazer uma viagem de moto acampando pelo caminho.

Fui sozinho, com uma BMW F650GS, uma barraca e uma bela e pesada mochila.

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Saí de Joanesburgo, na África do Sul e fui em direção a Panorama Route, no norte do país.

Esta rota é considerada uma das 10 maiores atrações da África do Sul, ela fica na região do Blyde River Canyon, o maior cânion verde do mundo, e vai até o Krugger Park.

Minha primeira parada foi após 266km em Waterval Boven, uma pequena cidade que tem uma magnífica cachoeira e um antigo túnel de trem desativado.

Por sorte os seguranças autorizaram que eu entrasse no túnel com a moto, muito legal.

Depois fui para Sudwala Caves, um conjunto de cavernas considerado um dos mais antigos do mundo, vale a pena uma visita guiada, eles tem muitas histórias para contar.

Aproveitei para almoçar por lá.

Próxima parada foi o Three Rondavels, três montanhas maravilhosas.

É um precipício inacreditável, um sonho para quem faz base jump, que não é o meu caso.

Antes, passei por God’s Window e o Pinnacle Rock, mas como estava com a mochila muito pesada, não entrei para ver, resolvi que voltaria no dia seguinte para apreciar com calma.

A maioria das atrações, como a vista para estas montanhas é paga, muito barato, por volta de R$ 2,00.

Após esta vista, fui para o Forever Resorts Blyde Canyon, um resort com chalés, restaurante e uma área para camping.

Totalizando 500km no primeiro dia.

Foi a primeira vez que acampei na vida, confesso que não gostei muito, talvez por estar sozinho.

O camping estava meio vazio, passei um pouco de frio e fiquei um pouco amedrontado, apesar de ser em um resort fechado, durante a noite é muito silêncio, quebrado apenas pelos gritos dos babuínos e pelo vento.

Na manhã seguinte fui ver o nascer do sol em uma montanha no camping que tem vista para o cânion e depois voltei para ver o God’s Window e o Pinnecle, mas infelizmente tinha uma neblina muito densa que não se enxergava dois metro à frente.

Dica: se passar por lá e o dia estiver aberto, NUNCA deixe para depois! 😦

Então fui para Lisbon Falls, Berlin Falls e Bourke’s Luck Potholes, uma formação do rio, onde a correnteza fez diversos buracos redondos nas rochas, nunca vi nada igual.

Voltei para o camping e recolhi tudo para a próxima parada, The Big Baobab, uma árvore gigante com aproximadamente 6.000 anos, ela é a única no mundo com um bar dentro.

Lá também é um camping, onde pretendia dormir, e ficava a apenas uns 180 km do resort.

Mas no meio do caminho recebi uma ligação da minha faxineira, dizendo que estava em casa e não conseguia trancar a porta de jeito nenhum, não tendo outra opção, achei melhor pedir para ela encostar a porta e voltar para casa.

Como já tinha feito um passeio grande pela manhã, o dia totalizou 700km, muito cansativo, foram quase 13 horas na moto com algumas paradas.

Mas o sonho foi realizado e pretendo voltar de carro com a minha mulher para ver este cenário novamente.

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Imagens incríveis da amizade de um cachorro com um leão.

Fomos a reserva de Tshukudu a 500 quilômetros de Joanesburgo para fazer uma matéria sobre a amizade de um cão e um leão.

Foi até agora a experiência mais emocionante que tive aqui na África!

Clique aqui para ver o video no site da Record:

http://videos.r7.com/r7/service/video/playervideo.html?idMedia=4f3866163d14e7a2e7a07917&idCategory=61&embedded=true

 

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